Gerente é presa pela Polícia Civil após furtar eletrodomésticos em loja de Mato Grosso
A Polícia Civil avançou nas investigações sobre uma série de furtos registrados em uma loja de eletrodomésticos de um shopping de Cuiabá. A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) da Capital e resultou na identificação dos envolvidos nesta quinta-feira.
A ação resultou na recuperação de diversos objetos furtados e na identificação da gerente da loja, de 51 anos, como suspeita dos furtos. Ela será investigada em inquérito policial por furto qualificado pelo abuso de confiança. As investigações iniciaram após os policiais da DERF receberem informações sobre uma sequência de desaparecimentos de objetos da loja.
Diante das evidências colhidas, os policiais foram até a loja, onde em conversa com a funcionária, ela confessou a autoria dos furtos e disse que os objetos subtraídos estavam em sua residência. Os policiais da Derf foram até o local, onde localizaram diversos eletrodomésticos e itens para casa, subtraídos da loja. Como não estava em situação de flagrante, a suspeita foi ouvida e posteriormente liberada.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para total esclarecimento dos fatos e para responsabilização da investigada em inquérito policial pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança.
Conforme Só Notícias já informou, ontem, outra gerente administrativa suspeita de desviar mais de R$ 469 mil da empresa em que trabalhava foi presa em flagrante pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais DERF de Cuiabá. A suspeita foi autuada pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança.
A prisão ocorreu após o representante da empresa procurar a delegacia e comunicar as irregularidades identificadas no sistema de administração dos cartões de benefícios dos colaboradores. Segundo as investigações, a funcionária era responsável pela gestão dos cartões junto à empresa terceirizada contratada para fornecer os benefícios. Valendo-se do acesso ao sistema e da confiança decorrente da função exercida, ela teria passado a inserir créditos não autorizados em cartão vinculado ao próprio nome.
